quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

2016

Dilma Rousseff a “Presidenta” impeachmada
Se dizia golpeada
Por seu vice “Temerário”
Foi pedalando sem dar freio na questão
Ninguém entendia a explicação
Encabulando o dicionário.

Nas Olimpíadas um sucesso mundial
Mas com um custo imoral
Uma grande festa de empreiteira
Muita propina no bolso dos poderosos
Esses “atletas” asquerosos
Da modalidade “Roubalheira”

Politicagem e corrupção pra todo lado
Com o povo "estropiado"
Pela falta de decoro
Foi tanto roubo que nos levou a "pindaíba" 
Surgiu uma trupe em Curitiba
Tendo a frente um certo Moro

Fez seu trabalho com muita dedicação
Lavando a alma da nação
Encarcerando a bandidagem
Ainda tem gente muito mal intencionada, 
Ignorante ou alienada
Contra esse homem de coragem

E na Colômbia um acidente que ainda dói
Levando um time de heróis
Do jornalismo e futebol
Foram chamados pra uma nova decisão
Marcada em outra dimensão
Iluminada mais que o sol

Aqui no Rio não parece mais ter jeito
Tem um “Pé Grande” sem respeito
Que só faz desgovernar
É um fantoche manipulado para o mal
Uma criação de um tal Cabral
Com doutorado em roubar

Este bem antes começava a operação 

De falcatrua e transação 
Verdadeira limpa do dinheiro
E no esquema colocou a sua esposa
Outra espécie de raposa
Dentro de um grande galinheiro

Antigamente entre Mônaco e Paris
Só diamantes e rubis
Mangaratiba e o céu azul...
Mas felizmente já mudou de moradia
Com sua esposa em companhia
Para o presídio de Bangu

E mais um ano terminando outra vez
Esse dois mil e dezesseis
Não vai deixar muita saudade...
Que o Novo Ano venha com mais alegria
Muita paz e harmonia
Para toda a humanidade.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

SOU EU?

Não gosto de bajulação 
Nem tampouco do interesseiro
Gosto de andar na contramão 
E dormir bem no travesseiro

Aprecio o natural

E a inquietude humana
O instinto do animal
E da emoção insana

Sou de aço, sou de pano

Dependendo da condição
A certeza do engano
Uma luz na escuridão 

Para poucos conhecido

Para muitos "a sentença"
De certa forma agradecido
Pela sua indiferença 

Um menino agitado

Pelo corpo e pela mente
De caminho esburacado
Impulsionado para frente

Hoje, homem das cavernas

Meio antissocial 
Minha fogueira uma lanterna
Para enxergar o que há de mal

Passo longe da maldade

Mas a vejo todo instante
Nessa nossa humanidade
De futuro preocupante

Observo a loucura 

Escondida em todos nós
Não me canso da procura
Onde ecoa minha voz

Sou uma obra inacabada

Tendo o resto a encontrar
Uma gota orvalhada
Escorrendo para o mar.